Importação de Recursos energéticos

A importação de recursos energéticos é um nicho de mercado bem diversificado, ele pode envolver tanto energias fósseis quanto painéis fotovoltaicos para canalizar a energia solar.

O petróleo também pode ser considerado um recurso energético, ainda que a sua finalidade seja ainda maior para a indústria. Outro detalhe a se considerar é que o Brasil é autossuficiente na produção do “ouro negro”, não havendo a necessidade de importação de outro país.

Embora o petróleo não seja um objeto de nossa importação, temos outros recursos energéticos que podem aguçar o seu interesse caso queira investir no ramo.

Existem certos investimentos que são estritamente governamentais, (ex: o governo comprar energia elétrica da Argentina e do Uruguai, comprar o gás natural da Bolívia), esses são considerados recursos vitais para o funcionamento de um país, e são denominadas reservas de mercado, com leis que impedem a sua privatização.

Resumindo, esse mercado não está aberto para o protagonismo do investidor comum, mas ainda existem tantos outros setores que você pode explorar e ter uma boa margem de lucro, está curioso para saber sobre as suas possibilidades nesse mercado tão promissor? Então, anote as nossas dicas a seguir:

Dicas de importação.

O mercado chinês se mostra promissor na produção de recursos energéticos, se você for um investidor com uma visão de futuro, já deve estar por dentro do promissor seguimento de painéis solares.
Investir no setor agora que não existe uma concorrência muito forte, pode te transformar em um expoente desse mercado, mas como funciona?

O procedimento de importação é similar a qualquer outro, você pagará fretes e taxas correspondentes com o produto.

Você sabia que já é possível usar energia eólica na sua casa? A China disponibiliza a venda de turbinas, embora os valores de cada aerogerador urbano custe por volta de 26 mil a 40 mil, você pode revender por 80 até 100 mil reais. Verifique as normativas no site da receita federal caso queira investir.

http://portal.siscomex.gov.br/informativos/noticias/importacao/12-09-2018-noticia-siscomex-importacao-ndeg-76-2018

Conclusão

Fique atento as legislações vigentes, bem como as documentações necessárias para despachar o produto. Uma vez que a licença é expedida, crie um plano de negócios e faça um investimento consciente.

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